Tendências também criticam a condução atual da sigla e defendem mais 'independência partidária' para o próximo período
Crédito: Foto: PT Bahia
A disputa pelo comando do PT na Bahia ganhou um novo capítulo com o anúncio de uma chapa alternativa à candidatura de Tássio Brito, militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), indicado pelo senador Jaques Wagner para suceder Éden Valadares na presidência estadual do partido.
Cinco das principais correntes internas da legenda — Democracia Socialista, Construindo um Novo Brasil, Movimento PT, Resistência Socialista e Coletivo Avante — formalizaram, na última quarta-feira (30), um acordo para lançar um nome próprio na disputa interna, marcada para acontecer dentro de três meses, durante o Processo de Eleições Diretas (PED).
Em nota conjunta, as tendências criticam a condução atual da sigla e defendem mais “independência partidária” para o próximo período. “Vamos construir o PED como instrumento de diálogo, de debate político e de afirmação de compromisso com a estabilidade política do PT”, diz o texto.
As correntes insatisfeitas argumentam que é preciso reestruturar o partido, fortalecer a militância e recuperar o protagonismo político da legenda no estado. “A atual conjuntura política impõe grandes desafios. Reorganizar o partido para oferecer esperança e alimentar os sonhos de um futuro coletivo, com mais dignidade e cidadania, deve ser o fio condutor de nossas ações neste PED”, afirma outro trecho. (Do Bahia.ba).
Cinco das principais correntes internas da legenda — Democracia Socialista, Construindo um Novo Brasil, Movimento PT, Resistência Socialista e Coletivo Avante — formalizaram, na última quarta-feira (30), um acordo para lançar um nome próprio na disputa interna, marcada para acontecer dentro de três meses, durante o Processo de Eleições Diretas (PED).
Em nota conjunta, as tendências criticam a condução atual da sigla e defendem mais “independência partidária” para o próximo período. “Vamos construir o PED como instrumento de diálogo, de debate político e de afirmação de compromisso com a estabilidade política do PT”, diz o texto.
As correntes insatisfeitas argumentam que é preciso reestruturar o partido, fortalecer a militância e recuperar o protagonismo político da legenda no estado. “A atual conjuntura política impõe grandes desafios. Reorganizar o partido para oferecer esperança e alimentar os sonhos de um futuro coletivo, com mais dignidade e cidadania, deve ser o fio condutor de nossas ações neste PED”, afirma outro trecho. (Do Bahia.ba).


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