
Imagem: Andreas SOLARO / AFP
O corpo do papa Francisco será colocado em um caixão na tarde desta segunda-feira (21). Ele morreu nesta madrugada (horário de Brasília), aos 88 anos.
O que aconteceu
Cerimônia será realizada às 15h (no horário de Brasília) na capela da residência Santa Marta, onde o papa morava. Segundo o Vaticano, o cardeal Kevin Joseph Farrell, camerlengo da Igreja Romana, presidirá o rito de certificação da morte e a colocação do corpo no caixão.
Corpo do papa ficará exposto por três dias na Basílica de São Pedro para a devoção dos fiéis. A data do funeral será definida pelo Colégio dos Cardeais nas próximas horas.
Antes de morrer, o pontífice ordenou uma simplificação dos rituais fúnebres, com os corpos não sendo mais expostos fora dos caixões. Antes, os corpos dos papas eram colocados em um catafalco, espécie de plataforma, durante seus ritos fúnebres. Francisco também pediu para ser enterrado na Basílica de Santa Maria Maggiore, fugindo da tradição de um enterro em São Pedro.
Papa morreu às 2h35 (horário de Brasília). Ele se recuperava de uma pneumonia dupla, que o deixou 37 dias no hospital, entre fevereiro e março deste ano.
Ele apareceu publicamente no Domingo de Páscoa para dar a bênção aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano. Ele se movimentava em uma cadeira de rodas e acenou.
Última mensagem de Francisco pedia paz
Na mensagem escrita por ele, o pontífice fez votos de paz e pediu o desarmamento. "Não é possível haver paz sem um verdadeiro desarmamento! A necessidade que cada povo sente de garantir a sua própria defesa não pode transformar-se numa corrida generalizada ao armamento", diz a mensagem lida pelo monsenhor Diego Ravelli, mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, no Domingo de Páscoa.
O corpo do papa Francisco será colocado em um caixão na tarde desta segunda-feira (21). Ele morreu nesta madrugada (horário de Brasília), aos 88 anos.
O que aconteceu
Cerimônia será realizada às 15h (no horário de Brasília) na capela da residência Santa Marta, onde o papa morava. Segundo o Vaticano, o cardeal Kevin Joseph Farrell, camerlengo da Igreja Romana, presidirá o rito de certificação da morte e a colocação do corpo no caixão.
Corpo do papa ficará exposto por três dias na Basílica de São Pedro para a devoção dos fiéis. A data do funeral será definida pelo Colégio dos Cardeais nas próximas horas.
Antes de morrer, o pontífice ordenou uma simplificação dos rituais fúnebres, com os corpos não sendo mais expostos fora dos caixões. Antes, os corpos dos papas eram colocados em um catafalco, espécie de plataforma, durante seus ritos fúnebres. Francisco também pediu para ser enterrado na Basílica de Santa Maria Maggiore, fugindo da tradição de um enterro em São Pedro.
Papa morreu às 2h35 (horário de Brasília). Ele se recuperava de uma pneumonia dupla, que o deixou 37 dias no hospital, entre fevereiro e março deste ano.
Ele apareceu publicamente no Domingo de Páscoa para dar a bênção aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano. Ele se movimentava em uma cadeira de rodas e acenou.
Última mensagem de Francisco pedia paz
Na mensagem escrita por ele, o pontífice fez votos de paz e pediu o desarmamento. "Não é possível haver paz sem um verdadeiro desarmamento! A necessidade que cada povo sente de garantir a sua própria defesa não pode transformar-se numa corrida generalizada ao armamento", diz a mensagem lida pelo monsenhor Diego Ravelli, mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, no Domingo de Páscoa.
Que o princípio da humanidade nunca deixe de ser o eixo do nosso agir cotidiano. Perante a crueldade dos conflitos que atingem civis indefesos, atacam escolas e hospitais e agentes humanitários, não podemos esquecer que não são atingidos alvos, mas pessoas com alma e dignidade.
Papa Francisco.
O Santo Padre denunciou a situação "dramática e deplorável" na Faixa de Gaza e pediu ao Hamas que liberte os últimos reféns. "Expresso minha proximidade com os sofrimentos (...) de todo o povo israelense e do povo palestino", disse.
O argentino pediu aos líderes políticos que "não cedam à lógica do medo que aprisiona" e que "derrubem as barreiras que criam divisões". "Nenhuma paz é possível onde não há liberdade religiosa ou liberdade de pensamento e de expressão", disse o sumo pontífice em seu discurso.
*Com informações de AFP
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